As vezes não sabemos quem somos nós e, saímos por buscas que parecem ser o caminho para o interior. Já ouvi várias histórias que me inspiraram e que me ajudaram a viver melhor, alem de ajudar a tentar encontrar a verdadeira felicidade. Eu assisti um filme, recentemente, que transformou minha vida. O filme se chama Into the Wild (Na natureza Selvagem). Conta a história de um rapaz de 22 anos que resolveu abandonar sua vida e ir atrás da verdade, da possibilidade de viver livre junto a natureza. No decorrer da história ele chega a uma conclusão que pode ser generalizada a todos os seres humanos: “A felicidade só é verdadeira quando compartilhada”. Ele vai para o Alasca para viver sozinho com a natureza por algum tempo e no caminho, ele queima o dinheiro que tinha e trabalha para sair da Califórnia e chegar ao destino final. No caminho conhece muita gente e mostra como é possível viver momentos felizes e fazer novos amigos com pouco.
Então fiquei pensando, como somos seres infelizes por opção. Quero dar um basta nisto. Quero poder escolher ser feliz novamente. As vezes sou tomado por sofrimentos insanos, e eu fico com medo de perder o que tenho, sendo que a posse não é o caminho para ser feliz. Agora enxergo com clareza que apreciar, conviver, desfrutar, compartilhar, são palavras de muito mais felicidade do que segurança, posse e estabilidade. Coisas simples me são oferecida e me fazem feliz. A mensagem que chega com palavras de amor, uma criança que vem correndo em seu rumo com sorriso e os braços abertos. O cheiro da chuva quando você está com calor, o cheiro da comida feita com carinho e o gosto, nossa que gosto, deste alimento colocado a mesa e compartilhado com sensação familiar.
A partir de hoje eu faço uma promessa para mim mesmo: Quero abrir a janela quando acordar, para poder vislumbrar o sol, no lugar de acender a luz e correr para os afazeres. Quero ligar para os meus amigos, apenas para compartihar minha felicidade e falar ou alô. Quero poder chorar pelas perdas, mas sem deixar que as lágrimas levem minha felicidade. Queria muito poder ter de volta coisas simples como a comida feita pela minha mãe, mesmo sabendo que esta foi uma sensação simples e compartilhada que não consigo mais. Nem por isto perco a felicidade de viver. Às vezes paro no tempo e fico olhando para o sorriso de minha esposa e vejo como é melhor compartilhar a vida… cada segundo, mesmo quando queremos paz.
Não quero temer a adversidade e muito menos sofrer com o que possuo. Uma vez, ouvi de uma pessoa muito rica e cheia de princípios e de vida (características que me fazem admirá-lo muito) que quando se tem muito, o temor da perda é muito grande, o que toma muito tempo e dedicação.
Sabio quem disse que rico não é quem muito tem e sim quem pouco precisa. Não significa que aprecio ter poucas coisas, mas, que de nada vale a posse se não sabemos contemplar a vida. Assim, busco então ajuda como exemplo do Einstein, figura que estou estudando muito estes dias, que viveu boa parte de sua vida sem muitas posses e de forma humilde, mas conseguiu enxergar como temos tanto ainda para evoluir. Alegremente compartilhou suas descobertas informalmente com a Academia que montou com dois amigos, apenas para discutir o mundo.
A resposta para vida é muito mais simples do que pensamos. E a resposta que posso oferecer para quem dividiu este texto comigo é: Compartilhe sua vida e encontrará a verdadeira felicidade.
“Carpe Diem”
Humberto (Gordo_Oasis)
Gordo
Como compartilhar é a palavra…compartilho os insgihts q tive durante a leitura do texto…
primeiro da passagem bíblica em Lucas do rico e o pobre (Lázaro)…depois a necessidade urgente de voltar a prestar atenção e viver a felicidade em coisas simples como a comidinha de casa, o sol, uma gargalhada descompromissada…compartilho com vc tbm a vontade de reviver momentos unicos com o meu pai como assistir um jogo do brasileirao no domingo coisas q nao voltam mais e q nao podem comprometer a busca pela felicidade e o curso da minha vida…e por fim…lembro de como é bom termos o outro e a nossa intensa necessidade de contato…lembro do filme do ET qdo ele repete várias vezes…ET telefone minha ksa…o objetivo dele e voltar para ksa para a familia para os amigos dele…
Bjs
Humberto,
Esse filme é maravilhoso…
E a frase de maior impacto realmente é: “A felicidade só é verdadeira quando compartilhada”.
O final é pesado e realmente é no meio da dor, do sofrimento e da solidão que descobrimos alto essencial.
O OUTRO.
Compartilho de muito do que vc escreveu nesse artigo…
Abraços,
Já tinha te falado desse filme, é realmente fantástico! Qnd vi fiquei uma semana pensando a respeito. Boa semana e grande abraço.
Pedro (Cavera)
esse filme coincidiu muito em um momento difícil do meu processo terapeutico. Fiquei agoniado o filme inteiro e quando ele chegou na conclusão final chorei muito. Fez muito sentido para mim. É um filme para ver mais vezes. Gosto da parte que ele fala que o essencial é dar nome as coisas… raramente damos nomes certo as coisas, pessoas e situações.
Abraço.
Depois de ler seu post pude perceber que não damos valor as coisas ditas “pequenas” pq temos sempre a nossa disposição,como por exemplo: o Sol, mas se um dia perdecemos essas coisas, passariam a ser chamadas “grandes”….
E depois de ter visto o trailer do filme lembrei da seguinte frase: “Somos borboletas de uma asa só e sozinhos não podemos voar”!
Abraços
Gostei muito do texto e vou compartilha um pouco do que penso.
“Quem doa é quem mais recebe.”
Eu vi isso escrito em uma cartaz de campanha de doação de sangue, mais vejo isso como uma verdade universal, em todos aspectos da doação seja material, emocional, financeira. Toda doação é retribuída de maneira maior, mas há uma regra muito especial que todos devem estar atentos.
Doe a quem precisa, pois é impossível ajudar que não quer ser ajudado.