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	<title>filosofiaetecnologia.com.br</title>
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	<description>Sejam Bem Vindos</description>
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		<title>Smartphones &#8211; Forma de Comparar</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 12:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>humberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autor: * Fernando Panissi

Smartphones são aparelhos com diversas funcionalidades, sendo praticamente um computador pessoal de mão. É possível editar documentos, tirar fotos, trocar e-mails e &#8220;até&#8221; fazer ligações telefônicas.
Conceitualmente, smartphones são aparelhos que agregam diversas funcionalidades, como acesso rápido a internet, instalação de aplicativos, câmera digital e diversos meios de conectividade, bluetooth, wireless, infravermelho, USB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: * Fernando Panissi</p>
<p><a href="http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/img_01_smartphones.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1068" title="img_01_smartphones" src="http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/img_01_smartphones.jpg" alt="img_01_smartphones" width="620" height="250" /></a></p>
<p>Smartphones são aparelhos com diversas funcionalidades, sendo praticamente um computador pessoal de mão. É possível editar documentos, tirar fotos, trocar e-mails e &#8220;até&#8221; fazer ligações telefônicas.<br />
Conceitualmente, smartphones são aparelhos que agregam diversas funcionalidades, como acesso rápido a internet, instalação de aplicativos, câmera digital e diversos meios de conectividade, bluetooth, wireless, infravermelho, USB e afins. O hardware também é um diferencial, pois os aparelhos precisam suportar diversos aplicativos instalados e suas funcionalidades. Não é tão errado afirmar que um smartphone é um computador de mão, pois tem a potência de hardware equivalente de computadores de 7 ou 8 anos atrás, ou seja, bastante capacidade de processamento e de memória.<br />
Tela</p>
<p>A tela é definitivamente uma variável muito importante na hora de escolher seu aparelho por alguns motivos. O primeiro deles é a sensibilidade ao toque, que possibilita uma maior interação do usuário com o aparelho, deixando as tarefas mais rápidas. As telas sensíveis geralmente ocupam todo o aparelho e, por consequência, estes têm tela maior com ótima resolução e ideal para visualizar documentos, planilhas e assistir vídeos.<br />
Neste quesito, destacam os aparelhos iPhone da Apple e os aparelhos da HTC (Nexus One ou mais novos) rodando Android do Google. Já lidei com diversos aparelhos com telas sensíveis ao toque, mas esses se destacam.<br />
Se você tem dedos “largos”, com dificuldade de lidar com botões pequenos, é preferível ter um telefone com tela sensível ao toque. Em contrapartida, falta a sensação de “apertar botão”.</p>
<p>Em smartphones, as teclas podem estar na tela ou em teclados. É importante usar o aparelho para saber se a experiência de digital é agradável.</p>
<p><a href="http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/img_02_tela_teclado.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1069" title="img_02_tela_teclado" src="http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/img_02_tela_teclado.jpg" alt="img_02_tela_teclado" width="620" height="250" /></a><br />
Teclado</p>
<p>Caso o aparelho não tenha tela sensível, o teclado é um fator importante a ser considerado. Existem modelos de smartphones que tem teclados alfanuméricos no formato QWERTY, ou seja, com as teclas na mesma posição que em um computador de mesa ou notebook, o que agiliza a digitação. Porém, se você tem dedos mais grossos ou a mão “gordinha”, a digitação é um pouco difícil em alguns aparelhos.<br />
Pensando nisso, alguns modelos, como o Motorola Dext, vêm com um teclado maior embutido. Nesses aparelhos, o tamanho das teclas é maior, melhorando a experiência ao digitar. Além disso, ele também tem tela sensível ao toque, dispondo o melhor dos dois mundos ao usuário.<br />
Dica: teste sempre o teclado do aparelho, veja se a digitação é confortável. Esse fator deve ser levado em conta na compra do aparelho se você pretende realmente usar todas as funcionalidades do aparelho, principalmente mandar e-mails ou mesmo redigir textos curtos.<br />
Duração da bateria</p>
<p>É importante se atentar a essa variável, que é determinante no uso do aparelho. Claro que o consumo de bateria depende da intensidade de uso, entretanto existem alguns pontos a serem observados. Se o aparelho carrega a bateria usando a porta USB, algo importante se você não costuma andar com o cabo de força do aparelho é se essa porta UBS é proprietária ou padrão (mini-USB), facilitando o carregamento.<br />
Nesses casos, recomendo sempre conferir no manual do aparelho a duração da bateria de acordo com as condições de uso (uso de rede 3G aumenta o consumo, uso de Bluetooth também e assim por diante). Também recomendo conversar com proprietários de aparelhos para se informar sobre a duração das baterias. Fóruns de discussão também são uma fonte riquíssima de informações e devem ser levados em conta.<br />
Outra variável importante é saber se o aparelho consegue carregar a bateria pela porta USB (aparelhos que usam o mesmo conector para USB e carregador têm essa funcionalidade). Parece um detalhe bobo, mas quando se está sem o cabo de força e a bateria está no fim, o cabo USB ligado ao PC “salva sua vida”.<br />
Memória</p>
<p>Um dos usos desses aparelhos é lidar com documentos, e-mails e arquivos multimídia (som, vídeo e fotos), e para ter tudo isso no aparelho é preciso saber duas coisas: Quanto de memória ele tem e se você pode expandir esse valor. Geralmente, os aparelhos vêm com uma memória interna baixa, na casa dos MB e com cartão de memória removível com capacidade na casa dos GB. Outros aparelhos vêm com memória interna na casa dos GB, porém sem expansão, como é o caso do iPhone.<br />
Se você quer transformar seu celular em uma “estação multimídia”, com filmes e músicas, a capacidade de armazenamento é vital. Se você quer um smartphone para e-mails e documentos de trabalho, eventualmente alguma foto ou vídeo, a capacidade do aparelho não é um fator tão importante na hora de compra, visto que a grande maioria dos modelos vem com memória (interna ou por cartão na casa dos GB).<br />
Sistema operacional</p>
<p>A disputa aqui também é grande e deve ser pesada pelo usuário na hora de escolher seu aparelho. Hoje, o mundo dos celulares não compartilha do mesmo monopólio dos computadores (de mesa ou portáteis), com domínio da Microsoft.<br />
Algumas marcas como Apple, Nokia e BlackBerry têm seus próprios sistemas operacionais, sendo que os dois primeiros têm um número maior de aplicativos disponíveis na internet para instalação nos aparelhos. No universo Apple, muitos aplicativos são pagos e estão bem organizados na Apple Store. Os aplicativos para Symbian podem ser encontrados em diversos sites especializados, alguns são pagos mas existe um bom número de gratuitos.<br />
Alguns marcas adotam sistemas operacionais de terceiros, como o Windows Mobile, que logo será substituído pelo Windows Phone, e também o Android, do Google. O Windows Mobile traz o inconfundível botão do iniciar do Windows e pode ser uma opção interessante para quem gostaria de ter no telefone uma experiência parecida com a que tem no computador de mesa.<br />
O Android é o caçula desses sistemas, mas não deixa nada a desejar, principalmente no repositório de aplicativos. Infelizmente, ainda não é um aparelho muito usado em terras brasileiras – parte pelo custo dos aparelhos e parte por não existirem por aqui muitos modelos que o utilizem.<br />
Comunidade</p>
<p>Pode parecer estranho pensar em comunidade na hora de escolher seu próximo celular, mas é uma variável que considero importante. A existência de pessoas dedicadas a estudar e sugerir melhorias nos aparelhos, desenvolver aplicativos e dar dicas de uso pode ajudar muitos usuários a usar de forma mais eficiente e eficaz seus aparelhos. Pesquisar na rede por fóruns e comunidades dedicadas ao aparelho (ou a marca) e participar delas leva ao usuário uma vasta gama de informações.</p>
<p>Câmera</p>
<p>Praticamente todos os aparelhos têm câmera, o que o usuário precisa se preocupar é com a resolução dessas câmeras caso vá usar o aparelho para fotografar. Eu considero como diferencial o aparelho ter uma câmera frontal que possibilite videochamada, algo que ainda não é popular no Brasil, mesmo porque as operadoras não permitem esse tipo de chamada entre elas (é possível fazer essa ligação entre aparelhos de uma mesma operadora, com uma tarifa diferenciada).</p>
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		<title>Eneagrama &#8211; Teste e Teoria</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 12:35:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá, a pouco temo a Karina me trouxe uma teoria que eu estou estudando e que achei interessante e resolvi dividir com vocês. É o Eneagram de Personalidade.
Este sistema descreve a queda e a ascensão possível da consciência humana, segundo nove padrões. Mais especificamente, descreve como, segundo nove padrões, a perda de Virtudes humanas gera [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, a pouco temo a Karina me trouxe uma teoria que eu estou estudando e que achei interessante e resolvi dividir com vocês. É o Eneagram de Personalidade.</p>
<p>Este sistema descreve a queda e a ascensão possível da consciência humana, segundo nove padrões. Mais especificamente, descreve como, segundo nove padrões, a perda de Virtudes humanas gera paixões ou vícios emocionais; como a perda de Idéias Superiores cria fixações mentais; e como a perda do Instinto Puro leva à construção de estratégias instintivas de sobrevivência em três âmbitos: auto-preservação, social e sexual (chamados de subtipos ou variantes instintivas, conforme o autor). De acordo com o <strong>eneagrama</strong>, todos nós temos um pouco de cada uma delas, de acordo com a situação. Entretanto, cada um de nós escolheu e desenvolveu uma delas como <a title="Espada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espada">espada</a>. Cada pessoa, assim, pode possuir traços dos nove pontos do Eneagrama, mas possui apenas um Tipo, que não muda. Existe, entretanto, evolução dentro de cada Tipo, em seus diferentes níveis de desenvolvimento e consciência.</p>
<p>Muitas pessoas que conhecem o Eneagrama concluem que ele é um sistema altamente profundo e preciso na descrição de comportamentos humanos. Mais do que uma tipologia, o Eneagrama é um mapa que mostra caminhos possíveis da evolução de nossa consciência, ou seja, da superação da paixão e da fixação de nosso tipo no Eneagrama.</p>
<p>Os especialistas não aconselham a aplicação de testes sem a presença e ajuda de profissionais preparados, pois, podemos contaminar nossos resultados, além de basearmos em uma percepção pouco apurada. Mesmo assim, vou indicar um teste online para que, quem quiser, possa utilizar. Aqui vai o endereço: <a href="http://www.fredport.com/TESTENEA1/tstenea2.htm">Teste Eneagrama</a>.</p>
<p>Abaixo está uma descrição dos nove tipos de Eneagramas: (Fonte: www.eneagrama.com.br &#8211; Instituto Eneagrama)</p>
<p>Tipo 1 &#8211; O Perfeccionista</p>
<p><strong><strong>Vício Emocional = <a href="http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=17">Raiva</a></strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="185" valign="top">
<p dir="ltr" align="left"><strong>Características Positivas</strong></p>
<ul>
<li>Disciplinados</li>
<li>Objetivos</li>
<li>Determinados</li>
<li>Comprometidos</li>
</ul>
</td>
<td width="192" valign="top">
<p dir="ltr" align="left"><strong>Características Negativas</strong></p>
<ul>
<li>Intransigentes</li>
<li>Rígidos, intolerantes</li>
<li>Exageradamente exigentes</li>
<li>Tensos</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>
<p>As pessoas que adotaram o Tipo 1 são centradas na ação, têm um senso prático exigente, que dá prioridade às tarefas a serem realizadas. O vício emocional é a Raiva, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude esforçada e auto-imagem virtuosa – <em>Eu estou fazendo a minha parte</em>.</p>
<p>O nome Perfeccionista vem do alto nível de exigência, que as faz serem conhecidas como &#8220;cri-cris&#8221;. <em>Se isso tem que ser feito, não interessa se você gosta ou não, tem que ser feito&#8230;</em></p>
<p><strong>A principal conseqüência negativa</strong> desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas duras e intransigentes, apegadas à dicotomia do certo-errado, justo-injusto, adequado-inadequado, acreditando que o esforço as faz merecedoras. <em>Se todos fossem como eu, não teríamos de passar por isso&#8230;</em></p>
<p><strong>Nas empresas,</strong> encontramos o Tipo 1 normalmente ligado a uma área em que seu esforço possa ser mensurado. Contabilidade, financeiro, organização e métodos são algumas das áreas comuns. Seu senso prático é muito útil nas situações em que os temas principais são a organização e a realização. Mas em sua compulsão, serão poucos aqueles que se adaptarão ao seu alto nível de exigência. Os detalhes tornam-se desproporcionais. <em>É obvio que isto não está bom; se você se esforçasse mais, entenderia que bom é inimigo de ótimo</em>.</p>
<p><strong>Para maior equilíbrio:</strong></p>
<p>Quando os Tipo 1 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Raiva) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Serenidade. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio do certo-errado, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p><strong>Exemplos de Tipo 1</strong>: Lilian Witte Fibe, Luiz Carlos Prates.</p>
<hr /><strong>Tipo 2 &#8211; O Prestativo</strong></p>
<p><strong>Vício Emocional = <a href="http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=17">Orgulho</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="185" valign="top"><strong>Características Positivas</strong></p>
<ul>
<li>Empáticos</li>
<li>Carismáticos</li>
<li>Voluntariosos</li>
<li>Envolventes</li>
</ul>
</td>
<td width="180" valign="top"><strong>Características Negativas</strong></p>
<ul>
<li>Inconseqüentes</li>
<li>Ingênuos</li>
<li>Teimosos</li>
<li>Intempestivos</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As pessoas que adotaram o Tipo 2 são centradas na emoção, têm uma percepção aguda dos outros, tornando-se conquistadoras, que sabem como conseguir o que querem das pessoas. O vício emocional é o Orgulho, que, por ser inconsciente, é justificado com a atitude solícita e a auto-imagem bem-intencionada. Esta emoção sustenta um comportamento baseado na sensação de auto-suficiência e capacidade. <em>Eu posso&#8230;</em></p>
<p>O nome Prestativo se adapta mais ao subtipo preservação; já o Sexual poderia ser chamado de Sedutor, e o Social, de Independente. De qualquer forma, a atitude comum é a de <em>Eu posso, eu sei, eu faço.</em> Hábeis nas relações, costumam ser conhecidos como pessoas queridas.</p>
<p><strong>A principal conseqüência negativa</strong> desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas centradas nos outros, que se tornam agressivas quando não atendidas. Desenvolvem uma baixa tolerância a qualquer coisa que se traduza em cuidar de si mesmos. Sofrem quando têm de pedir algo ou quando não conseguem estar à altura da imagem idealizada.</p>
<p><strong>Nas empresas,</strong> encontramos o Tipo 2 normalmente ligado a uma área em que haja relacionamentos com pessoas. Vendas, RH, secretariado e áreas assistenciais são comuns. Seu alto nível de empolgação e envolvimento com pessoas cria movimento onde havia marasmo, desperta nas pessoas a vontade de se envolver. Mas em sua compulsão, tornam-se manipuladores agressivos, que cobram cada movimento que tenham feito em direção ao outro, podendo mover as pessoas umas contra as outras.</p>
<p><strong>Para maior equilíbrio:</strong></p>
<p>Quando os Tipo 2 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Orgulho) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Humildade. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio da atenção do outro ou do valor que lhes dão, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p><strong>Exemplos de Tipo 2</strong>: Ana Maria Braga, Xuxa, Tarcísio Meira.</p>
<hr /><strong>Tipo 3 &#8211; O Bem-Sucedido</strong></p>
<p><strong>Vício Emocional = <a href="http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=17">Vaidade</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="185" valign="top"><strong>Características Positivas</strong></p>
<ul>
<li>Dedicados</li>
<li>Eficientes</li>
<li>Objetivos</li>
<li>Negociadores</li>
</ul>
</td>
<td width="180" valign="top"><strong>Características Negativas</strong></p>
<ul>
<li>Dissimulados</li>
<li>Calculistas</li>
<li>Impessoais</li>
<li>Manipuladores</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As pessoas que adotaram o Tipo 3 são centradas na ação ou no planejamento, visando reconhecimento.Têm uma visão mercantilista, que os guia na sua perseguição pelo sucesso. O vício emocional é a Vaidade, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude progressista e auto-imagem eficiente.</p>
<p>O nome Bem-Sucedido vem do seu apego à imagem e ao valor que ela traduz; o sucesso é um meio de conquistar valor próprio.</p>
<p><strong>A principal conseqüência negativa</strong> desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas frias, que disfarçam sua frieza com uma imagem humanista. São aficionadas pelo resultado, estressando todos ao seu redor em nome de uma excelência. <em>Os fins justificam os meios&#8230;se os ventos mudaram, ajuste as velas.</em> Andam com um taxímetro nas costas, comprometendo-se com as pessoas na justa medida em que elas se tornam úteis para alcançar as metas.</p>
<p><strong>Nas empresas,</strong> encontramos o Tipo 3 normalmente ligado a áreas em que haja possibilidades de crescimento. Vendas, advocacia, administração, autônomos, consultoria e assessorias</p>
<p>são algumas das áreas comuns. Sua capacidade de sintetizar idéias e comunicar-se gera orientação em função das metas. Mas em sua compulsão, tornam-se impessoais, exigindo das pessoas mais do que elas poderiam dar; e descomprometidos, podendo abandonar o barco diante de uma proposta mais atraente.</p>
<p><strong>Para maior equilíbrio:</strong></p>
<p>Quando os Tipo 3 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Vaidade) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Sinceridade. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio do sucesso, admiração e reconhecimento, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p><strong>Exemplos de Tipo 3:</strong> Ana Paula Padrão, Silvio Santos, Fernando Henrique Cardoso.</p>
<hr /><strong>Tipo 4 &#8211; O Romântico</strong></p>
<p><strong>Vício Emocional = <a href="http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=17">Inveja</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="185" valign="top"><strong>Características Positivas</strong></p>
<ul>
<li>Sensíveis</li>
<li>Criativos</li>
<li>Detalhistas</li>
<li>Exigentes</li>
</ul>
</td>
<td width="180" valign="top"><strong>Características Negativas</strong></p>
<ul>
<li>Instáveis</li>
<li>Críticos mordazes</li>
<li>Queixosos</li>
<li>Pouco objetivos</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As pessoas que adotaram o Tipo 4 são pessoas centradas na emoção, são sensíveis ao ambiente e emocionalmente instáveis. A sensível percepção emocional faz delas pessoas que vêem o que a maioria não vê. O vício emocional é a Inveja, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude insatisfeita e auto-imagem de singularidade. Das 9 emoções descritas no eneagrama, a inveja é a mais incompreendida, agravando a dificuldade dos Românticos em se identificarem no eneagrama. O que facilmente reconhecem é a insatisfação.</p>
<p>O nome Romântico vem da comparação de sua vida com uma outra idealizada, em que <em>Aí</em><em>, sim, as coisas poderiam ser melhores</em>. A crítica e a exigência de originalidade faz delas pessoas conhecidas como autênticas.</p>
<p><strong>A principal conseqüência negativa</strong> desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas centradas no que falta, indo atrás, no caso do subtipo Preservação; sendo mordazes, no Sexual; ou, ainda, queixosos, no Social. Mas a característica comum é a insatisfação. <em> &#8230;Se pelo menos fosse assim&#8230; </em></p>
<p>Como o foco é para o que falta e a comparação é constante, tornam-se pessoas críticas e muitas vezes irônicas. Há uma sensação básica de que foram “sacaneadas”  pelo mundo ou por outras pessoas.</p>
<p>Vale ressaltar que os subtipos do 4 são os que mais apresentam diferenças caracteriais, parecendo Tipos diferentes entre si.</p>
<p><strong>Nas empresas,</strong> encontramos o Tipo 4 normalmente ligado a uma área em que a criatividade e a originalidade possam ser expressadas. Estilismo, decoração, psicologia e jornalismo são algumas das áreas comuns. Seu senso crítico apurado e o gosto pelo diferente criam um ambiente humano, onde se deseja estar. Quando sentem liberdade para se expressar, inundam o ambiente com cores. Mas em sua compulsão, tornam-se melancólicos, carregando o ambiente com sua sensação de insatisfação. <em>Bom dia!</em> &#8211; Diz João &#8211; <em>Só se for para você! </em>- Responde Vera.</p>
<p><strong>Para maior equilíbrio:</strong></p>
<p>Quando os Tipo 4 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Inveja) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Equanimidade. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio da obtenção do que falta ou no que está fora, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p><strong>Exemplos de Tipo 4</strong>: Paulo Coelho, Caetano Veloso, Miguel Falabella, Arnaldo Jabor.</p>
<hr /><strong>Tipo 5 &#8211; O Observador</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Vício Emocional = <a href="http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=17">Avareza</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="185" valign="top"><strong>Características Positivas</strong></p>
<ul>
<li>Planejadores</li>
<li>Analíticos</li>
<li>Ponderados</li>
<li>Lógicos</li>
</ul>
</td>
<td width="180" valign="top"><strong>Características Negativas</strong></p>
<ul>
<li>Apáticos</li>
<li>Distantes</li>
<li>Frios</li>
<li>Calculistas</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>As pessoas que adotaram o Tipo 5 são centradas na mente, têm uma curiosidade pelo entendimento, tornando-se planejadores extremamente racionais. O vício emocional é a Avareza, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude pouco expressiva e auto-imagem lógica e prudente.</p>
<p>O nome Observador vem da atitude de não-envolvimento, como se preferisse estar em segundo plano, de onde pode ver melhor sem perder seu senso crítico.</p>
<p>Dos Tipos do Eneagrama são os “mais na deles”; preferem estar consigo mesmos, envolvidos em atividades que só dizem respeito a si próprios.</p>
<p><strong>A principal conseqüência negativa</strong> desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas frias e calculistas, que crêem na mente como meio de conseguir as coisas, substituindo emoções por pensamentos. <em>Deus colocou a cabeça mais alto que o coração para que a razão pudesse dominar o sentimento.</em></p>
<p>Preferem o racionalismo ao empirismo, não se permitindo sequer desejar algo que não seja &#8220;lógico&#8221;, ou expressar sentimentos, que, por sua vez, são vistos como inadequados.</p>
<p><strong>Nas empresas,</strong> encontramos o Tipo 5 normalmente ligado a uma área do planejamento. Engenharias, pesquisa e informática são algumas das áreas comuns. Sua capacidade de análise faz deles verdadeiros jogadores de xadrez, trazendo ao grupo o valor das metas de longo prazo e do planejamento estratégico. Mas em sua compulsão, tornam-se distantes e inacessíveis; com respostas curtas e diretas afastam as pessoas, mostrando pouco ou nenhum apreço pela presença delas.</p>
<p><strong>Para maior equilíbrio:</strong></p>
<p>Quando os Tipo 5 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Avareza) e o contato consigo mesmos por meio da virtude do Desapego da mente. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio da racionalização. Aceitam e expressam mais seus sentimentos, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p><strong>Exemplos de Tipo 5</strong>: Jorge Bornhausen, Delfin Neto, Antônio Ermínio de Moraes, Lázaro Brandão.</p>
<hr /><strong>Tipo 6 &#8211; O Questionador</strong></p>
<p><strong>Vício Emocional = <a href="http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=17">Medo</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="185" valign="top"><strong>Características Positivas</strong></p>
<ul>
<li>Leais</li>
<li>Gregários</li>
<li>Organizados</li>
<li>Comprometidos</li>
</ul>
</td>
<td width="180" valign="top"><strong>Características Negativas</strong></p>
<ul>
<li>Ansiosos</li>
<li>Preocupados</li>
<li>Desconfiados</li>
<li>Legalistas</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As pessoas que adotaram o Tipo 6 são centradas na ação ou na emoção, visando ao controle. São atentas e desconfiadas, embora não necessariamente expressem isso. Preferem se preparar a atirar-se de improviso. O vício emocional é o Medo, que, por ser inconsciente, é justificado com a auto-imagem de precavido e realista.</p>
<p>O nome Questionador vem da atitude desconfiada e alerta, do tipo <em>Enquanto você está indo, eu já fui e estou voltando&#8230;</em> No subtipo sexual encontramos a forma contrafóbica do medo, que é reconhecida com atitudes opostas ao medo, do tipo  <em>O que você está olhando ai? Vai encarar? </em></p>
<p><strong>A principal conseqüência negativa</strong> desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas ansiosas, que sempre têm um pé atrás, que preferem o conhecido e querem se preparar para o desconhecido. <em>Mais vale um pássaro na mão do que dois voando. </em>Ou, ainda, <em>Melhor prevenir do que remediar.</em></p>
<p>No caso dos contrafóbicos, a expressão é sempre oposta, de não se submeter ao mando de outro ou pelo menos questionar agressivamente as intenções do outro. <em>A melhor defesa é o ataque. Enquanto você está indo, eu já estou voltando. </em>Esta é uma atitude que encobre uma desconfiança sobre as reais intenções dos outros e uma pré-disposição a interpretar os outros como ameaça.</p>
<p><strong>Nas empresas,</strong> encontramos o Tipo 6 normalmente ligado às gerências de pessoas e procedimentos. Produção, financeiro e RH são algumas das áreas comuns. Sua capacidade de  perceber riscos faz deles hábeis críticos de processos, trazendo um leque de possibilidades de falhas. Além disso, são gerentes gregários, que facilmente conseguem trazer o espírito de equipe, no qual vale o <em>Um por todos e todos por um.</em> A lealdade é uma marca registrada deste padrão de comportamento. Mas na compulsão, tornam-se rígidos cobradores de normas e procedimentos, como maneira de garantir o controle.</p>
<p>Os contrafóbicos são encontrados em lideranças, assumindo riscos como colaboradores ou empresários.</p>
<p><strong>Para maior equilíbrio:</strong></p>
<p>Quando os Tipo 6 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Medo) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Coragem e da confiança em si mesmos. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio da regra ou do que é mais lógico ou seguro. Aceitam e expressam mais suas emoções, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p><strong>Exemplos de Tipo 6:</strong> Lula, Luiz Felipe Scolari.</p>
<hr /><strong>Tipo 7 &#8211; O Sonhador</strong></p>
<p><strong>Vício Emocional = <a href="http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=17">Gula</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="185" valign="top"><strong>Características Positivas</strong></p>
<ul>
<li>Criativos</li>
<li>Bem-Humorados</li>
<li>Improvisadores</li>
<li>Otimistas</li>
</ul>
</td>
<td width="204" valign="top"><strong>Características Negativas</strong></p>
<ul>
<li>Dificuldades com regras</li>
<li>Anti-rotina</li>
<li>Argumentadores compulsivos</li>
<li>Pouco sensíveis aos valores dos outros</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As pessoas que adotaram o Tipo 7 são centradas na mente; têm uma agilidade mental para lidar com várias coisas ao mesmo tempo, dando prioridade ao prazer. O vício emocional é a Gula, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude entusiasta e auto-imagem de hábil improvisador. <em>Faço do limão uma limonada.</em></p>
<p>O nome Sonhador vem da grande quantidade de idéias e planos, beirando o impossível.</p>
<p><strong>A principal conseqüência negativa</strong> desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas superficiais, que se sobrecarregam com atividades como meio de fugir das dificuldades emocionais. O otimismo exagerado também revela pessoas que evitam o desprazer, olhando para o mundo com óculos cor-de-rosa.</p>
<p><strong>Nas empresas</strong>, encontramos o Tipo 7 normalmente ligado a uma área em que não haja rotina e a criatividade seja necessária. Marketing, vendas, planejamento e negociação são algumas das áreas comuns. Seu otimismo e criatividade são muito úteis nas situações em que o tema principal é a busca de novas soluções. Mas em sua compulsão, são indisciplinados e irresponsáveis, fugindo da rotina por meio de argumentos manipuladores. Chocam-se com aqueles que são mais rígidos e querem seguir os passos previstos.</p>
<p><strong>Para maior equilíbrio:</strong></p>
<p>Quando os Tipo 7 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Gula) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Sobriedade. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio do prazer imediato, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p><strong>Exemplos de Tipo 7</strong>: Jô Soares, Tom Cavalcante, Didi, Regina Casé.</p>
<hr /><strong>Tipo 8 &#8211; O Confrontador</strong></p>
<p><strong>Vício Emocional = <a href="http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=17">Luxúria</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="185" valign="top"><strong>Características Positivas</strong></p>
<ul>
<li>Assertivos</li>
<li>Objetivos</li>
<li>Realizadores</li>
<li>Eficazes</li>
</ul>
</td>
<td width="180" valign="top"><strong>Características Negativas</strong></p>
<ul>
<li>Insensíveis</li>
<li>Autoritários</li>
<li>Intimidadores</li>
<li>Agressivos</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As pessoas que adotaram o Tipo 8 são centradas na ação, têm uma facilidade em mandar e liderar, dando prioridade à realização. O vício emocional é a Luxúria, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude dominadora e auto-imagem realizadora. Tudo ao seu redor tem de ser intenso e desafiador, numa atitude de D<em>ar um boi para não entrar e uma boiada para não sair.</em></p>
<p>O nome Confrontador vem da facilidade com que se posicionam a respeito do que querem, expressando-se de forma direta e objetiva, intimidando com sua aparente segurança.</p>
<p><strong>A principal conseqüência negativa</strong> desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas insensíveis, apegadas à força e ao poder. Dominadores agressivos, tornam-se conhecidos como verdadeiros rolos-compressores. Facilmente tendem ao exagero, desconsiderando o que os outros pensam e sentem.<em> </em></p>
<p><strong>Nas empresas,</strong> encontramos o Tipo 8 normalmente ligado a liderança. Este é o perfil típico do empresário megalômano, que cresce rapidamente. Seu <em>feeling</em> para os negócios e sua autoconfiança fazem deles pessoas que inspiram crescimento e superação. Por meio de atitudes diretas e eficazes, transformam as organizações rapidamente. Mas em sua compulsão, assumem a centralização do poder. <em>Manda quem pode, obedece quem tem juízo. </em>Ou, ainda, <em>Será do meu jeito ou de jeito nenhum.</em></p>
<p><strong>Para maior equilíbrio:</strong></p>
<p>Quando os Tipo 8 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Luxúria) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Inocência. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio do poder e da dominância, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p><strong>Exemplos de Tipo 8</strong>: Antônio Carlos Magalhães, Eurico Miranda, Fidel Castro.</p>
<hr /><strong>Tipo 9 &#8211; O Preservacionista</strong></p>
<p><strong>Vício Emocional = <a href="http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=17">Indolência</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="185" valign="top"><strong>Características Positivas</strong></p>
<ul>
<li>Calmos</li>
<li>Mediadores</li>
<li>Flexíveis</li>
<li>Carismáticos</li>
</ul>
</td>
<td width="180" valign="top"><strong>Características Negativas</strong></p>
<ul>
<li>Indecisos</li>
<li>Apáticos</li>
<li>Procrastinadores</li>
<li>Dependentes</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As pessoas que adotaram o Tipo 9 são centradas na emoção ou na mente, têm uma atitude mediadora, dando prioridade ao bem comum. O vício emocional é a Indolência, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude tranqüila e auto-imagem conciliadora, <em>Se cada um ceder um pouco, todos ficarão bem.</em></p>
<p>O nome Preservacionista vem da busca de preservar o status quo, evitando conflito em prol da paz e da tranqüilidade.</p>
<p><strong>A principal conseqüência negativa</strong> desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas apáticas, que desenvolveram um estado de anestesia para não sofrerem atritos com a realidade. Uma atitude de hiper-flexibilidade os deixa amorfos, adequando-os facilmente ao ambiente.</p>
<p>São pessoas que expressam serenidade e calma, mesmo não sendo estes seus sentimentos reais. A apatia emocional os deixa indecisos, a ponto de serem conhecidos como “tanto faz”.</p>
<p><strong>Nas empresas,</strong> encontramos o Tipo 9 nas mais variadas áreas. Sua facilidade em se adaptar permite manterem-se em atividade por longos prazos, resistindo inicialmente a mudanças, mas adaptando-se no decorrer do tempo. Administrativo, secretariado, atendimento ao público e auxiliares são algumas das áreas comuns. Sua habilidade mediadora é muito útil nas situações em que é necessário desenvolver tarefas de longo prazo. Mas em sua compulsão, acabam cedendo para evitar o conflito. Tornam-se indecisos e procrastinadores, preferindo a realização de tarefas ao envolvimento ativo na busca de soluções – <em>Vou me fingir</em> <em>de morto para sobreviver.</em></p>
<p><strong>Para maior equilíbrio:</strong></p>
<p>Quando os Tipo 9 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Indolência) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Ação Correta. Esta ferramenta os auxiliam a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais na atitude adaptativa ao meio em que estão inseridos, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p><strong>Exemplos de Tipo 9</strong>: Dorival Caymmi, Tom Jobim, Martinho da Vila.</p>
<p><a href="http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/eneagrama.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-988" title="eneagrama" src="http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/eneagrama.jpg" alt="eneagrama" width="500" height="360" /></a></p>
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		<title>A cegueira da Certeza.</title>
		<link>http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/?p=1062</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 19:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá amigos,
Sei que tenho andado sumido, mas, não deixei de refletir e pensar em coisas para colocar no nosso blog. Eu tenho estado muito atarefado. Hoje eu resolvi dividir com vocês uma reflexão que fiz ouvindo uma música do Detonautas. Confesso que não sou fã de carteirinha deles, mas, eu gostei muito desta letra e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos,</p>
<p>Sei que tenho andado sumido, mas, não deixei de refletir e pensar em coisas para colocar no nosso blog. Eu tenho estado muito atarefado. Hoje eu resolvi dividir com vocês uma reflexão que fiz ouvindo uma música do Detonautas. Confesso que não sou fã de carteirinha deles, mas, eu gostei muito desta letra e da música.</p>
<p>Oração do Horizonte</p>
<p>Detonautas</p>
<p>Composição: Tico Santa Cruz</p>
<p>Nós vivemos a verdade<br />
Que reluz no coração,<br />
Somos força e coragem<br />
Enfrentando a escuridão.<br />
E onde o amor for infinito<br />
Que eu encontre o meu lugar.<br />
E que o silêncio da saudade,<br />
Não me impeça de cantar.<br />
Talvez você me encontre por aí,<br />
Quem sabe a gente possa descobrir no amor<br />
Sonhos iguais, noites de luz<br />
Que os dias de paz estão em nós.<br />
Que o desprezo que nos cerca<br />
Fortaleça essa canção,<br />
E que o nosso egoísmo<br />
Se transforme em união.<br />
E onde o amor for infinito,<br />
Que eu encontre o meu lugar.<br />
E que o estorvo da maldade,<br />
Não me impeça de voar.<br />
Talvez você me encontre por aí<br />
Quem sabe a gente possa descobrir no amor<br />
Sonhos iguais, noites de luz<br />
Que os dias de paz estão em nós.<br />
A bondade é fortaleza,<br />
O amor tudo é capaz,<br />
E que a cegueira da certeza<br />
Não sufoque os ideais do amor&#8230;<br />
[Parte falada]<br />
E que em cada coração, árido ou concreto<br />
Pulse uma semente de primavera<br />
Como a luz que da janela emana raios de coragem<br />
Coragem é agir com o coração<br />
Coragem é agir com o coração<br />
E que pra cada ato de coragem nasça uma flor<br />
Uni-vos em torno da luz<br />
Há um horizonte inteiro de amor dentro de cada um de nós<br />
Para encontrá-lo basta acreditar que sim<br />
Da luz eu sou, na luz eu me movo<br />
Da luz eu sou, na luz eu me movo<br />
O amor é a única revolução verdadeira!</p>
<p>Sabe que ele tem razão, o amor é a única revolução verdadeira. Eu fico pensando quantas vezes somos cegos pela certeza. Entramos com certezas em discussões com pessoas que amamos e isto nos faz ficar cegos. Preferimos estar certos do que ser afetuoso. A certeza nos afasta da verdade, da revolução, da evolução. A humildade é que nos faz evoluir, que nos permite olhar com olhos de uma pessoa disposta a aprender. Uma vez ouvi uma comparação interessante que falava que o sábio de se posicionar igual o mar. O mar está sempre abaixo do rio e isto faz com que as águas todas desaguem nele, todas as águas dos rios se dirigem para o mar que se torna uma imensidão de água. Assim é a sabedoria, quando nos colocamos abaixo, a sabedoria caminha para nós. A certeza, a prepotência e a arrogância nos cegam e nos impedem de evoluir e conhecer a verdade.</p>
<p>Admiro pessoas como Einstein, Freud, Hopkins, Gandhi, Mandela&#8230; pessoas de grande sabedoria e conhecimento. Eles tiveram posição humilde e fizeram da dúvida o caminho para o conhecimento, para a liberdade e para a revolução. Eles lutaram contra certezas já arraigadas e souberam fazer um mundo novo. Conseguiram romper com as certezas lineares da física, com a interpretação do pensamento humano, com anos de preconceito e violência. Se estivessem certos da situação estabelecida, não conseguiriam promover o que fizeram. </p>
<p>Por fim, gostaria de homenagear o meu amigo Jesus que nos ensinou que o amor pode nos levar a verdade, para o bom caminho e para a luz. Ele que lavou os pés de seus discípulos, mesmo conhecendo tanto. A sua sabedoria nos ensinou que o caminho da luz é sempre cheio de amor pelo próximo, retidão nas decisões e principalmente humildade. </p>
<p>Para encerrar parafraseamos o Detonautas:&#8221;E que a cegueira da certeza Não sufoque os ideais do amor&#8230;&#8221;</p>
<p>Fiquem com Deus e Carpe Diem.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Humberto (Gordo_Oasis)</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2QaDXp29dnQ&#038;rel=0&#038;color1=0xffffff&#038;color2=0xffffff&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2QaDXp29dnQ&#038;rel=0&#038;color1=0xffffff&#038;color2=0xffffff&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Sabedoria nas escolhas.</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 11:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Sabedoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Certa vez eu estava muito em dúvida sobre algumas escolhas profissionais e ficava me indagando o que fazer e o que não fazer. Então eu tive acesso a uma história que me ajudou a refletir e tomar minhas decisões.  Uma certa vez o espanhol Cortés estava para invadir o Império Asteca (hoje o México) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez eu estava muito em dúvida sobre algumas escolhas profissionais e ficava me indagando o que fazer e o que não fazer. Então eu tive acesso a uma história que me ajudou a refletir e tomar minhas decisões.  Uma certa vez o espanhol Cortés estava para invadir o Império Asteca (hoje o México) e ele sabia que seria uma batalha difícil, pela quantidade de inimigos e pela habilidade bélica deles. Então ele foi de Cuba ao México e quando chegou lá, ordenou que o seus guerreiros queimassem os seus barcos, para que não tivesse volta. Sendo assim, só restava a vitória ou a morte. Com isto, o grupo venceu, pena que isto rendeu inúmeras mortes e no que podemos classificar de um genocídio. Mas, podemos aprender com a história. Muitas vezes temos dificuldades de fazer escolhas em nossas vidas, de mudança profissional e de caminhos a percorrer. Isto acontece por que não temos coragem para queimar os nossos barcos. Quando tomamos uma decisão e, queremos ter sucesso na empreitada, é melhor deixar para traz o que não foi escolhido, para que não sejamos tentados a voltar atrás. Claro que o processo de escolha é demorado e precisa de tempo para reflexão e fazer uma escolha consciente, mas, depois de tomada a decisão precisamos lutar com os olhos nos objetivos.</p>
<p>Isto não faz nossas escolhas irreversíveis, os guerreiros poderiam utilizar os barcos dos inimigos, o que não dá é para perder a batalha por ficar pensando em recuar. Sejamos guerreiros em nossas escolhas e teremos sucesso.<br />
Escolher um carro, um emprego, uma profissão, é tudo muito difícil. O importante é ingressar e lutar com todas as forças, claro que podemos ter que mudar de rumos, mas, não se voltarmos atrás estaremos sempre olhando em frente.</p>
<p>Fiquem com Deus.</p>
<p>Att.,</p>
<p>Humberto (Gordo_Oasis)</p>
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		<title>Uma mensagem para a vida&#8230; e para o coração de criança</title>
		<link>http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/?p=1053</link>
		<comments>http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/?p=1053#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 18:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal,
Recebi esta mensagem e fiquei muito emocionado, pois, é muito interessante. Leiam e reflitam:
VISÃO DE ADULTO&#8230; VISÃO DE CRIANÇA&#8230;
Éramos a única família no restaurante com uma criança.
Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos,  comendo e conversando.
De repente, Daniel gritou animado, dizendo: &#8216;Olá, amigo!&#8217;, batendo na mesa com suas mãozinhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,</p>
<p>Recebi esta mensagem e fiquei muito emocionado, pois, é muito interessante. Leiam e reflitam:</p>
<p>VISÃO DE ADULTO&#8230; VISÃO DE CRIANÇA&#8230;</p>
<p>Éramos a única família no restaurante com uma criança.</p>
<p>Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos,  comendo e conversando.</p>
<p>De repente, Daniel gritou animado, dizendo: <em><strong>&#8216;Olá, amigo!&#8217;</strong></em>, batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.</p>
<p>Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes.</p>
<p>Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.</p>
<p>Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento.</p>
<p>Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros,<br />
sujo, engordurado e rasgado.</p>
<p>Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, OS sapatos.</p>
<p>Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo.</p>
<p>Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.</p>
<p>Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.</p>
<p>Suas mãos começaram a se mexer para saudar.</p>
<p><em><strong>&#8216;Olá, neném. Como está você?&#8217;</strong></em>, disse o homem a Daniel.</p>
<p>Minha esposa e eu nos olhamos:</p>
<p><em><strong>&#8216;Que faremos?&#8217;.</strong></em></p>
<p>Daniel continuou rindo e respondeu,<em><strong> &#8216;Olá, olá,amigo&#8217;.</strong></em></p>
<p>Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.</p>
<p>O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.</p>
<p>Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.</p>
<p>Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.</p>
<p>Obviamente, ele estava bêbado.</p>
<p>Minha esposa e eu estávamos envergonhados.</p>
<p>Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.</p>
<p>Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.</p>
<p>Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos  no<br />
Estacionamento.</p>
<p>O velho se encontrava muito perto da porta de saída.</p>
<p><em><strong>&#8216;Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel&#8217;</strong></em>, disse orando, enquanto caminhava perto do homem.</p>
<p>Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando.</p>
<p>Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de &#8216;<strong><em>carrega-me&#8217;.</em></strong></p>
<p>Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem.</p>
<p>Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.</p>
<p>Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.</p>
<p>O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.</p>
<p>Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro, suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.</p>
<p>Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.</p>
<p>Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:</p>
<p><strong><em>&#8216;Cuide deste menino&#8217;.</em></strong></p>
<p>De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: &#8216;Assim o farei&#8217;.</p>
<p>Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.</p>
<p>Peguei meu filho e o velho homem me disse:</p>
<p><strong><em>&#8216;Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso&#8217;.</em></strong></p>
<p>Não pude dizer mais que um entrecortado &#8216;obrigado&#8217;.</p>
<p>Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.<br />
Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:</p>
<p>&#8216;<em><strong>Deus meu, Deus meu, me perdoe&#8217;.</strong></em></p>
<p>Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum<br />
juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de roupa suja.</p>
<p>Eu fui um cristão cego carregando um menino que não o era.</p>
<p>Eu senti que Deus estava me perguntando:</p>
<p>&#8216;<strong><em>Estás disposto a dividir seu filho por um momento?&#8217;, </em></strong>quando Ele<br />
Compartilhou Seu Filho por toda a eternidade..</p>
<p>O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:</p>
<p>Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um<br />
Menino, não entrará nele.&#8217; (Lucas 18:17).</p>
<p>Apenas repita esta frase e verá como Deus se move:</p>
<p>&#8216;Senhor Jesus Cristo, te amo e te necessito, entre em meu coração, por favor&#8217;.</p>
<p>Eu peço a Deus todos os dias para que os preconceitos e vaidades não ceguem meu coração. Fiquem com Deus.<br />
Att.,</p>
<p>Humberto (Gordo_Oasis)</p>
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		<title>Escolher é sempre um processo muito difícil, envolve perdas e medo do que ficou para trás.</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 14:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
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		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas se perguntam: Porque é tão difícil escolher? Realmente, muitos problemas se concentram em nossa incapacidade de escolher. Qual restaurante, qual a roupa, quando devo fazer isto ou aquilo. Sempre temos escolhas para fazer&#8230; e será que existem escolhas certas ou erradas? Acredito que não, mas cada escolha tem uma consequência.
Vamos nos preocupar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">Muitas pessoas se perguntam: Porque é tão difícil escolher? Realmente, muitos problemas se concentram em nossa incapacidade de escolher. Qual restaurante, qual a roupa, quando devo fazer isto ou aquilo. Sempre temos escolhas para fazer&#8230; e será que existem escolhas certas ou erradas? Acredito que não, mas cada escolha tem uma consequência.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Vamos nos preocupar com a definição de escolha. A escolha consiste em decidir por uma opção dentre várias opções. Vou recorrer à wikipédia, onde encontramos a seguinte definição: </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Escolha ou alternativa consiste num processo mental de pensamento envolvendo o julgamento dos méritos de múltiplas opiniões e a seleção de uma delas para a(c)ção. Alguns exemplos simples incluem decidir-se levantar pela manhã ou voltar à dormir, ou escolher um determinado trajeto para uma viagem. Exemplos mais complexos (freqüentemente decisões que afetam crenças pessoais) incluem a escolha de um estilo de vida, filiação religiosa ou posição política.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">A maioria das pessoas considera ter alternativas uma boa coisa, embora uma escolha severamente limitada ou artificialmente restrita possa levar ao desconforto com a opção selecionada e possivelmente a um resultado insatisfatório. No extremo oposto, alternativas ilimitadas podem levar à confusão, remorsos pelas opções não escolhidas e indiferença, numa existência amorfa&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Diante das escolhas surgem uma situação chamada Dissonância cognitiva. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A Teoria da Dissonância Cognitiva foi desenvolvida por Leon Festinger a meio do século XX. Ele define a Dissonância como uma tensão entre o que uma pessoa pensa ou acredita e aquilo que faz. Quando alguém faz uma ação que está em desacordo com aquilo que pensa, gera-se essa tensão e mecanismos psíquicos para repor a consonância são prontamente ativados. Das duas uma, ou aquilo que sabemos ou pensamos se adapta ao nosso comportamento, ou o comportamento adapta-se ao nosso conhecimento. Festinger considerava que a necessidade de se esquivar da dissonância é tão importante como as necessidades de segurança ou da alimentação.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Ainda mais, Festinger descobriu que forçar alguém a fazer algo contra aquilo em que acredita, pode ser suficiente para levar a pessoa a mudar a sua opinião. Se por exemplo conseguirmos levar alguém a fazer um discurso em que defende alguma coisa contrária àquilo em que essa pessoa acredita, pode ser suficiente para levar a pessoa a mudar a sua opinião para ficar de acordo com o seu comportamento (ter feito o discurso).</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Bom, quando fazemos uma escolha trazemos com ela uma angústia muito grande: a não decisão por inúmeras outras opções. Quando escolho uma esposa, abro mão de inúmeras mulheres. Quando escolho comer bacalhau, tenho que abrir mão de comer um filé, ou se escolho os dois, tenho que abrir mão do clássico. Quando escolho comer chocolate, vou sofrer por não ter escolhido emagrecer&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Temos que carregar o luto de matar as opções dentro de nós quando fazemos uma escolha.  Assim, a escolha acaba carregada de angústia e sofrimento de um verdadeiro luto. Com isto as pessoas fogem de escolher, pois, tem medo de escolher errado, de ficar com algo pior do que o melhor que poderia ter escolhido. Seria muito bom se conseguissemos lidar melhor com isto, pois, poucas escolhas são irreversíveis e existe algo muito pior do que escolher, que é não escolher ou permitir que alguem escolha por nós. Eu me lembro de quando decidi abandonar a engenharia&#8230; eu estava no quarto ano. Meu pai não queria e ficou muito irritado comigo, ainda mais quando contei que faria psicologia. Neste momento achei que aquela escolha que fiz quando tinha dezessete anos, por fazer engenharia mecânica, era irreversível. Não só não era, como hoje sou psicólogo com mestrado e no final das contas acabei trabalhando com Planejamento e Controle de Produção e escrevo quando escolho dormir um pouquinho menos. Quantas mudanças, quanto de vida tem nestas decisões. Agora foi uma escolha fácil? Não &#8211; Eu não acredito em escolhas fáceis, até porque escolher é um processo que envolver um pouco de dor, mas, fortalece.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Somos frutos de nossas escolhas e, não escolher já é uma escolha. Com a omissão, escolhemos deixar ao acaso, deixar que as pessoas escolham por nós. É mais fácil, mas, muito frustrante. Tem gente que tem escolhas clássicas, outros as escolhas mais ousadas, mais inusitadas. Eu prefiro dosar, guardando uma pitadinha do que já conheço com algumas novidades. Muitas coisas boas que conhecemos hoje foram escolhas desconhecidas do passado.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">A vida é mais colorida quando permitimos escolher coisas novas. Tente lembrar da ultima viagem que você fez para um lugar desconhecido. Não parecia que o tempo vivido era maior do que o tempo real? Eu visitei a França e Itália recentemente, duas semanas pareceram 6 meses. Quando vivemos coisas novas, aprendemos coisas novas, sentimos o tempo mais rico do que o normal e relativamente muito maior. Portanto, precisamos investir em novas escolhas em novos planos, renovando o velho que há em nós. Senão escolhemos deixar de viver. Quantas pessoas que conhecemos já não escolhem mais nada, vivem das escolhas feitas há muito tempo atrás. Volto a citar o Divã, vale a pena assistir para pensar nisto&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size: small;">A capacidade de escolher está vinculada a maturidade, a coragem de dizer o que precisa ser dito, de reconhecer o que quer e o que não quer. A omissão e a falta de opinião nos colocam em enrascadas. Aceitar algum caminho ou opção para agradar nos coloca em dificuldade e sem contar o quanto é frustrante. Eu sei bem o que não quero&#8230; o que quero eu ainda fico com algumas dúvidas, não significa que eu não sofra com minhas opções&#8230; mas eu me permito aproveitar a bom tempo as opções que fiz. Comer um sorvete de fruta pensando em um chocolate é frustrante, melhor não comer nada, porque no minimo o impacto de nao engordar vai ser maior.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Por fim, temos que falar de um grande vilão das relações humanas,  o &#8220;Não Falar&#8221;. Quantas vezes percebemos que a pessoa que está junto com a gente quer algo diferente do que escolhemos e não tem a capacidade de falar. A noite se torna frustrada, para quem escolheu e para quem se omitiu. Não é o que se fala e sim o como se fala&#8230; mas ninguem falou que não precisava falar. Diga o que sente o que quer, para que as pessoas tenham a opção de escolher com ou contra você. No mínimo você foi quem você realmente é, com seus gostos e preferências, mesmo quando não dê para atendê-los. Opinar não é impor e, sim, apontar preferências.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Eu desejo a vocês excelente escolhas. Não significa que é necessário a inflexibilidade para consensuar com uma opção alheia, mas, a capacidade de expressar sua vontade. Experimente falar, eu te garanto que você vai se sentir melhor, até mesmo quando o consenso for diferente do que você opinou, e o melhor, nem vai doer.</span></p>
<p>Abaixo uma música reflexiva sobre mudança:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fzCC03hIQ9g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/fzCC03hIQ9g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Um vídeo para refletir:</span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/H6uTxXe_n-A&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/H6uTxXe_n-A&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><span style="font-size: small;">Espero ter contribuido com seu dia. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Abraços </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Humberto (Gordo_Oasis)</p>
<p></span></p>
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		<title>Visita a França</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 21:18:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>humberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoal, 
Ficarei meio sumido estes dias. Estou visitando a França e a Itália. Não sabem como isto é prazeiroso, conhecer o velho mundo. Claro que é cheio de aprendizagem para um marinheiro de primeira viagem como eu. Mas gostaria de dividir com vocês a minha visita ao palácio de Versalles. Que coisa mais linda. Faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, </p>
<p>Ficarei meio sumido estes dias. Estou visitando a França e a Itália. Não sabem como isto é prazeiroso, conhecer o velho mundo. Claro que é cheio de aprendizagem para um marinheiro de primeira viagem como eu. Mas gostaria de dividir com vocês a minha visita ao palácio de Versalles. Que coisa mais linda. Faz a gente repensar a vida e imaginar como o homem é capaz de construir coisas tão lindas. Além de Versalles eu gostei muito de Notre Dame, mas, tem muita coisa para ver ainda. Depois vou relatar para vocês e conversar sobre Filosofia, Tecnologia e o velho mundo. Aqui fica algumas fotos para vocês refletirem. </p>
<p>Abraços, </p>
<p>Gordo (Oasis)</p>
<p><a href="http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/versalhes-2.jpg"><img src="http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/versalhes-2.jpg" alt="versalhes 2" title="versalhes 2" width="123" height="77" class="alignnone size-full wp-image-1040" /></a></p>
<p><a href="http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/versalhes4.jpg"><img src="http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/versalhes4.jpg" alt="versalhes4" title="versalhes4" width="130" height="98" class="alignnone size-full wp-image-1041" /></a></p>
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		<title>Cuida de mim, enquanto não me esqueço de você</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 12:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
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		<description><![CDATA[As vezes somos pegos pensando em nossas vidas, nosso destino e nossas escolhas e, isto é muito importante para nossas decisões e crescimento. Sabe que sempre sonhamos em não ficarmos sozinhos e, em todos os momentos gostaríamos de estarmos acompanhados. Tem uma música do Teatro Mágico que eu gosto muito e que me ajudou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><Font Size =2>As vezes somos pegos pensando em nossas vidas, nosso destino e nossas escolhas e, isto é muito importante para nossas decisões e crescimento. Sabe que sempre sonhamos em não ficarmos sozinhos e, em todos os momentos gostaríamos de estarmos acompanhados. Tem uma música do Teatro Mágico que eu gosto muito e que me ajudou a refletir mais fortemente sobre isto:</p>
<p><strong>Cuida de Mim</strong><br />
<em>O Teatro Mágico<br />
Composição: Fernando Anitelli</em></p>
<p>Pra falar verdade, às vezes minto<br />
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto<br />
Pra dizer as vezes que às vezes não digo<br />
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo<br />
Tanto faz não satisfaz o que preciso<br />
Além do mais, quem busca nunca é indeciso<br />
Eu busquei quem sou;<br />
Você, pra mim, mostrou<br />
Que eu não sou sozinho nesse mundo.</p>
<p>Cuida de mim enquanto não esqueço de você<br />
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.<br />
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você<br />
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto finjo, enquanto fujo.</p>
<p>Basta as penas que eu mesmo sinto de mim<br />
Junto todas, crio asas, viro querubim<br />
Sou da cor, do tom, sabor e som que quiser ouvir<br />
Sou calor, clarão e escuridão que te faz dormir<br />
Quero mais, quero a paz que me prometeu<br />
Volto atrás, se voltar atrás assim como eu.</p>
<p>Busquei quem sou<br />
Você, pra mim, mostrou<br />
Que eu não sou sozinho nesse mundo.</p>
<p>Cuida de mim enquanto não me esqueço de você<br />
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.<br />
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você<br />
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto fujo, enquanto finjo.</p>
<p>Como é forte o que o Fernando escreve&#8230; somos mesmo uma soma de relacionamentos, pensamentos e cuidados. Temos a esperança (muitas vezes frustradas) de que as pessoas cuidarão da gente em qualquer situação, seja em que somos o que podemos ser, seja em momentos em que fingimos ser quem não somos. E assim, queremos que o outro cuide tão bem da gente, que acreditamos que podemos fazer o que quisermos e ele estará lá. Não precisamos de alguém que sinta pena, desta basta a que sentimos de nós mesmos. Pois quando o relacionamento só tem uma via a infelicidade normalmente é dos dois. A relação se torna doentia e vazia.<br />
Com o evoluir das relações e o amadurecimento, vamos buscando o que nós somos e, percebemos que não estamos sozinhos no mundo.<br />
Claro que o alerta do cuidado é importante, pois senão, esquecemos até de nós mesmos. Gosto muito da metáfora do Saint Exupéry que compara as pessoas como rosas, nós somos rodeados por rosas (pessoas), mas, existem aquelas que gostamos mais, que amamos e que reconhecemos em meio a multidão. Desta cuidamos, colocamos adubo, água, com a experança que a relação frutifique. Quando não cuidamos e não somos cuidados, o esquecimento toma lugar&#8230;<br />
Portanto, não importa se estamos buscando, se estamos em dúvida, com pena ou fingindo ser quem não somos. O mais importante é cuidar de quem queremos bem e sermos cuidados, porque assim, toda dificuldade fica pequena e não ficamos sozinhos. Se não houver cuidado&#8230; &#8230;. esqueci.<br />
Quando menos esperamos podemos perder alguém que poderia ser muito especial nas nossas vidas pelo descuido. Então, parafraseando o Fernando, cuida de mim enquanto não me esqueço de você.<br />
Aproveitem o dia, Carpe Diem. </p>
<p>Fiquem com Deus.</p>
<p>Humberto (Gordo_Oasis)</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/W6igEPWb6Xg&#038;rel=0&#038;color1=0xffffff&#038;color2=0xffffff&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/W6igEPWb6Xg&#038;rel=0&#038;color1=0xffffff&#038;color2=0xffffff&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="385"></embed></object></p>
<p></Font Size></p>
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		<title>Interpretação da música Cegos do Castelo</title>
		<link>http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/?p=1027</link>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 22:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Cegos do Castelo]]></category>
		<category><![CDATA[Nando Reis]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, hoje resolvi postar a minha interpretação da música Cegos do Castelo, música que tem me marcado muito.

Eu não quero mais mentir
Usar espinhos que só causam dor
Eu não enxergo mais o inferno que me atraiu
Dos cegos do castelo me despeço e vou
Eu não quero mais mentir para mim mesmo, fingindo ser o que não sou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size=2>Pessoal, hoje resolvi postar a minha interpretação da música Cegos do Castelo, música que tem me marcado muito.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MxnAXiu62Pw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/MxnAXiu62Pw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><em>Eu não quero mais mentir<br />
Usar espinhos que só causam dor<br />
Eu não enxergo mais o inferno que me atraiu<br />
Dos cegos do castelo me despeço e vou</em></p>
<p>Eu não quero mais mentir para mim mesmo, fingindo ser o que não sou e tentando adaptar. Não quero mais usar espinhos para me proteger e afastar as pessoas que amo e quero amar, estou me protegendo de viver, de sentir e de sofrer, machucando e afastando. Eu não enxergo mais que tudo isto se tornou um inferno sem sentimento e sem vida e atraiu pela comodidade, pelo cotidiano, pelo medo do novo. Com isto ficamos cegos dos sentimentos, cegos de viver e tentamos criar um castelo em nossa volta que nos protege mais também aprisiona. E assim é o que fazemos nos protegendo de sentir, de decepcionar e perdemos a oportunidade de viver.  Quando vemos estamos cegos dos sentimentos, cegos da vida, cegos de tudo que podemos viver livremente e com a alma expandida. E o castelo se torna uma grande prisão de desejos, prisão que nos isola e nos submete. </p>
<p><em>A pé até encontrar<br />
Um caminho, o lugar<br />
Pro que eu sou </em></p>
<p>A pé sem artifícios, o desejo é de encontrar um caminho, um lugar que desmonte o castelo e traga de volta a visão. E assim, encontar de novo o verdadeiro eu. Um anseio que traz angústia para muita gente. </p>
<p><em>Eu não quero mais dormir<br />
De olhos abertos me esquenta o sol<br />
Eu não espero que um revólver venha explodir<br />
Na minha testa se anunciou<br />
A pé a fé devagar<br />
Foge o destino do azar<br />
Que restou </em></p>
<p>Não querer mais dormir, anestesiar-se dos sentimentos e deixar de sentir. De olhos abertos para a vida, sentindo novamente o sol, o sorrir, o viver o desejo, a fome&#8230;<br />
Algumas vezes a angústia se torna tão forte que a pulsão de morte age, atua e sentimos vontade de acabar com o martírio, levando o revólver a testa, ou mesmo o pensamento de finalizar. Porém, caminhando a pé, sem preconceitos, sem a necessidade das velhas formas de ver o mundo, sem o apego a velhas mentiras, já distante dos cegos do castelo, pode fugir o destino do azar que restou&#8230; </p>
<p><em>E se você puder me olhar<br />
E se você quiser me achar<br />
E se você trouxer o seu lar<br />
Eu vou cuidar, eu cuidarei dele<br />
Eu vou cuidar<br />
Do seu jardim<br />
Eu vou cuidar, eu cuidarei muito bem dele<br />
Eu vou cuidar<br />
Eu cuidarei do seu jantar<br />
Do céu e do mar, e de você e de mim</em></p>
<p>E se no meio desta liberdade, deste andar a pé, surgirem pessoas que olhem verdadeiramente o que sou, e me aceite e me acolha no mais original de mim mesmo, despertará o meu mais profundo lar. Assim, me olhando desta forma, vai me achar e poderá trazer o seu lar para junto do meu, e será feita uma família. É desta forma que podemos encontar melhores amigos e transformar eles em um jardim de rosas, pessoas que nos cativaram. Mas para isto é preciso abandonar o castelo que criamos. E se isto acontecer eu vou cuidar, do jardim, do lar, do jantar e de tudo para trazer vida e habitar junto a nós o amor. Assim cuidamos do céu e do mar e de você e de mim&#8230; como eu encontrei o meu desejo em uma música. Obrigado Nando&#8230;</p>
<p>Aos meus amigos, cegos ou não, desejo o fim do castelo. </p>
<p>Abraços, </p>
<p>Humberto (Gordo_Oasis) </font size></p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Ás vezes não dá para ser feliz</title>
		<link>http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/?p=1023</link>
		<comments>http://filosofiaetecnologia.com.br/blog/?p=1023#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 13:43:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez eu escrevi um artigo de psicologia, junto com uma psicóloga (Marilda), que batizamos de &#8220;Ás vezes não dá para ser feliz&#8221;. Este texto diz muitas verdades sobre a vida humana. Tem vezes que a situação que passamos e a dor que sentimos não permite que sejamos felizes. E parece que o amor se foi, abandonando a alma, a vida, o dia. Nestes dias o ambiente fica cinza, sem cor e sem sabor. Sabiamente Lenine coloca em seus versos da música na medida da paixão (que reproduzo alguns aqui):</p>
<p>É como se a gente<br />
Não soubesse<br />
Prá que lado foi a vida<br />
Por que tanta solidão?<br />
E não é a dor<br />
Que me entristece<br />
É não ter uma saída<br />
Nem medida na paixão&#8230;</p>
<p>É como se a gente<br />
Pressentisse<br />
Tudo que o amor não disse<br />
Diz agora essa aflição<br />
E ficou o cheiro pelo ar<br />
Ficou o medo de ficar<br />
Vazio demais meu coração&#8230; </p>
<p>Sempre que fazemos escolhas e passamos por perdas, vivemos esta dialética da liberdade de viver o novo e de deixar para traz parte de nós. Somos atropelados por estes sentimentos, quando perdemos alguém querido (como a morte de minha mãe), quando mudamos de casa, quando mudamos de cidade e, principalmente,  quando mudamos nós mesmos. Sempre sentimos o ar do novo, mas a dor do luto de deixar para traz parte de nós mesmo. Assim, fica vazio demais o coração, até para que o novo entre. </p>
<p>Não dá para ser feliz sempre, quando isto não é uma escolha, senão poderemos assumir nomes como cínico, dissimulado, maníaco, histérico ou mesmo ingênuo. Elaborar o luto, a mudança e a tristeza são essenciais para encontrar a verdadeira felicidade. Muitas vezes confundimos felicidade com alegria ou euforia. Existe uma diferença muito grande, a verdadeira felicidade vem de mãos dadas com a paz, enquanto a alegria, a euforia vem com o abafar da tristeza, que parece uma casca, uma máscara de porcelana. </p>
<p>A tristeza é o filtro da vida, que transforma a dor em lembrança e faz com que exista um continuar, para que o próximo momento possa ser repleto da verdadeira felicidade. Eu desejo a todos que amo um pouco de tristeza que fortalece e cura de verdade a dor. Espero que seja breve, mas suficiente para que encontrem a verdadeira felicidade. </p>
<p>Amo muito esta existência e em mim encontro as dúvidas e escolhas, tristezas e felicidades, razão e emoção, lucidez e insanidade, amor e ódio e por fim uma dialética que me consome e me acalma. </p>
<p>Este texto foi escrito para minha leitura de mim mesmo. Se servir para vocês&#8230; que sejam felizes. </p>
<p>Abraços, </p>
<p>Humberto (Gordo_Oasis)</p>
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